Dicas da ARG para a sua Casa
01. Nunca escave próximo às fundações, alicerces ou pilares do prédio, sem antes orientar-se junto a profissional devidamente habilitado.

02. Nunca perfure uma parede sem antes examiná-la e consultar os projetos das instalações elétricas e hidrosanitárias.

03. Cerâmicas devem ser limpas com pano úmido ou esponjas. Utilize sabão neutro e enxague com pouca água.
04. Nunca utilize detergentes agressivos, ácidos ou soda cáustica em cerâmicas. Eles são agentes que atacam o esmalte das peças, os rejuntamentos e, ainda, corroem os marcos das portas.

05. O asseio e conservação do mármore, basalto e granito deve ser realizado com água e sabão neutro. Nunca utilize detergentes fortes. Periòdicamente, encere-os.

06. Para retirar a gordura das cubas de inox, utilize apenas água e sabão neutro.

07. Para devolver o brilho natural das peças em inox - após a lavagem, passe um pano umedecido com álcool.

08. Nunca utilize palha de aço em inox. A aparência fica prejudicada.

09. Quando as portas internas forem pintadas com selador, as mesmas devem ser limpas com pano seco ou levemente umedecido.

10. Porta interna não deve ser molhada, a fim de evitar problemas com empenamento ou apodrecimento.

11. Periodicamente, nas portas internas, devem ser aplicados cera líquida incolor ou lustra-móveis. Após a aplicação, com uma flanela seca, realize o polimento da abertura.

12. Aplicar pregos ou parafusos em portas internas para pendurar objetos, certamente danificará a superfície das mesmas.

13. Fechaduras devem ser lubrificadas com grafite em pó.

14. Dobradiças devem ser lubrificadas com óleo de máquina.

15. Bater portas pode resultar em danos – rachaduras ou fissuras, nas paredes junto ao marco.

16. Esquadrias de alumínio devem ser limpas com pano seco ou levemente umedecido.

17. Nunca utilize material agressivo – esfregão de aço (“Bom-Bril”) ou escova, em superfície de alumínio. Certamente, serão arranhadas.

18. Antes de fechar qualquer abertura de alumínio, certifique-se de que os fechos estejam abertos (levantados).

19. Quando ventar forte, não deixe esquadria de alumínio projetável para o exterior aberta. Poderá resultar em dano à mesma e quebra de vidro.

20. As persianas em PVC devem ser movimentadas com força moderada e lentamente. As palhetas das mesmas são leves e podem ser danificadas, se forem soltas de forma abrupta ou deslocadas de maneira não uniforme no interior da sua caixa.

21. Persianas em PVC devem ser limpas com pano seco ou umedecido e detergente neutro.

22. Nunca asseiar persianas de PVC com saponáceos, “Bom-Bril”, palhas de aço ou outro material agressivo.

23. Quando ventar forte, mantenha as persianas em PVC fechadas.

24. A limpeza de vidros não deverá ser realizada com “Bom-Bril”, palhas de aço, facas ou escovas. Poderão ser arranhados. Utilize água, sabão neutro e pano umedecido. Papel seco - tipo jornal ou higiênico, dar-lhes-ão brilho.

25. Forros em gesso, hoje em dia, são comuns em áreas de serviço, quartos de banho, vestíbulos, circulações e closets. Saiba que os mesmos não devem receber impactos. Podem quebrar.

26. Quando for fixar alguma luminária em forro de gesso, observe os arames apropriados – já existentes nos forros. Nunca instale, nesse forro, luminária pesada.

27. O surgimento de umidade, ou mesmo manchas, em forro de gesso, é indício de vazamento proveniente de unidade superior.
28. Qualquer madeira, que haja sido pintada com selador, deverá ser asseada com pano umedecido.

29. Quando o telhado do imóvel houver sido confeccionado com telhas de fibrocimento, não caminhe sobre o meio das telhas. Pise sòmente na linha dos parafusos.

30. Nunca pise em telhado molhado, mesmo que confeccionado em fibrocimento.

31. Em box de banheiro não devem ser utilizados detergentes agressivos, ácidos ou soda cáustica. O alto poder de corrosão desses agentes tende a liminar os rejuntamentos das cerâmicas e azulejos. Resultando em infiltrações generalizadas.

32. Ao limpar box de banheiro evite, também, a utilização de vassoura de piaçava, escova de aço ou mesmo estiletes. Dessa forma, será preservado o rejuntamento entre as peças.

33. Nunca perfure sacada, terraço de cobertura e laje de estacionamento. Via de regra as mesmas são impermeabilizadas com manta asfáltica; a qual se tiver sua camada de impermeabilização perfurada, deverá ser totalmente recomposta.

34. Verifique, pelo menos uma vez por ano, o rejuntamento dos pisos frios. É através das falhas de rejuntamento que ocorrem infiltrações de água, que danificam o pavimento inferior.

35. O surgimento de manchas no teto de seu apartamento é indício de infiltração de água, oriunda de falha no rejuntamento do piso, ralo ou outra origem, proveniente de pavimento superior.

36. A instalação de box em quartos de banho deve ser perfeitamente examinada. Em algum local poderá estar sendo criado um ponto de infiltração.

37. Sempre que restar água no piso do box do banheiro, seque-o. A permanência de água em sua superfície, via de regra, é indício de caimento mal feito, piso irregular ou outro problema. Mas, sempre, será motivo para originar infiltração para pavimento inferior.

38. No asseio das áreas de serviço, cozinhas e quartos de banho deverá ser evitado o lançamento de água sobre os seus pisos. Sempre existirá o risco de infiltração.

39. As pinturas internas dos imóveis, via de regra, são realizadas com tintas PVA, acrílica, esmalte ou selador. O seu asseio poderá ser realizado com pano ou esponja, limpos e levemente umedecidos.

40. Nunca retoque pintura. As diferenças de tonalidade serão fàcimente percebidas. Sempre que necessário pinte toda a parede ou cômodo.

41. Com o tempo, a pintura PVA fica “queimada”, isto é, escurece um pouco.

42. Sempre que houver necessidade de colocar quadros ou enfeites nas paredes, fixe uma fita adesiva no local a ser perfurado. Dessa forma, evitará danos no reboco e na própria pintura.

43. O consumo de energia elétrica no imóvel alugado resulta de um contrato entre locatário e C.E.E.E. A obrigação da solicitação da ligação elétrica é ùnicamente do locatário. A dívida de consumo que possa existir sobre ocupante anterior do imóvel recai, sòmente, sobre o nome do consumidor que contratara o fornecimento. Não há obrigação do proprietário, nem do novo locatário, arcar com tal despesa.

44. Sempre que solicitar ligação de fornecimento de energia elétrica, o locatário deverá apresentar o Contrato de Locação.

45. A C.E.E.E. sempre indicará ao locatário a capacidade do disjuntor que deverá ser instalado no Quadro de Medidores do edifício ou casa. A aquisição de tal chave disjuntora é despesa de responsabilidade única do locatário.

46. No caso de apartamento, existe - normalmente, no interior do mesmo um Centro de Distribuição (C.D.). As chaves disjuntoras por ventura ali existentes são de propriedade do locador. Caso haja necessidade um aumento de carga, conforme a solicitação do locatário à C.E.E.E., a compra de tal chave disjuntora é responsabilidade e custo único do locatário.

47. Sempre que houver necessidade de ser instalada alguma chave disjuntora de maior capacidade do que a existente no imóvel, deverá haver uma consulta prévia a profissional habilitado, a fim de que o mesmo examine a fiação e comprove que a rede elétrica tem capacidade para suportar a demanda de energia que será instalada.

48. O mau funcionamento de determinadas partes das instalações elétricas sempre ocasionam surpresas e transtornos. A causa, na maioria das vezes, poderá ser facilmente detectada e o problema resolvido sem grandes preocupações ou despesas.

49. Em Porto Alegre, as instalações elétricas internas dos imóveis – via de regra, foram executadas para consumo em 127 volts. Exceção feita às destinadas aos aparelhos de ar condicionado. Para aparelhos que funcionam em 220 volts, deverão ser utilizados transformadores adequados, ou, ser procedida a mudança da instalação por profissional habilitado.

50. Objetivando facilitar a execução de reparos emergenciais e de pequena monta, listamos abaixo as características de problemas e os procedimentos que deverão ser adotados para solucioná-los:

50.1. Uma parte da instalação elétrica não funciona:
1º - verificar no C.D. se a chave disjuntora daquele circuito está ligada;
2º - se estiver desligada, religá-la;
3º - caso a disjuntora torne a desarmar, muita atenção. Neste caso é necessária a assistência de um técnico habilitado. Poderá estar ocorrendo um dos seguintes problemas: a) chave disjuntora com defeito. Poderá ser necessária a sua substituição por outra, nova; b) existência de curto-circuito na instalação. Necessário realizar o conserto correspondente; c) falta de fase no fornecimento de energia elétrica por parte da C.E.E.E. Disso resultará que parte das instalações elétricas do imóvel não funcionará. A solução para esse caso é telefonar para 0800999196 (C.E.E.E.) e informar o que está ocorrendo.

50.2. As chaves disjuntoras do Centro de Distribuição desarmam com freqüência:
1º - examinar se existem conexões frouxas. A ocorrência de mau contacto elétrico resulta em fonte de calor, o qual afeta a capacidade das chaves. A solução é simples: reaperto das conexões.
2º - circuito sobrecarregado pela instalação de novas cargas. Muita cautela com essa ocorrência. O mesmo deverá ser rigorosamente evitado.

50.3. Superaquecimento do Centro de Distribuição:
1º - examine se existe alguma chave disjuntora com aquecimento acima do normal. Tal aquecimento pode ser resultante de mau contacto interno da chave disjuntora. Constatado isso, a chave disjuntora deverá ser substituida de imediato, sempre por técnico especializado. Examine, também, se existem conexões frouxas. Reaperte-as.

50.4. Exagerada queima de lâmpadas:
1º - examine a voltagem das suas lâmpadas. Utilize sempre lâmpadas de 127 volts. As mesmas terão vida útil superior às lâmpadas de 110 volts e mesmo àquelas com 120 volts.
2º - soquete mal instalado, bem como, erros de má instalação da fiação interna de lustres e luminárias, ocasionam o mesmo problema. Insistimos que tais serviços sejam executados por profissional habilitado.

51. Recomendações importantes para um funcionamento normal do sistema elétrico:
1º - observe a capacidade das tomadas. Evite o uso de extensões duplas ou triplas. Certamente isso resultará em sobrecarga.
2º - Antes de realizar a instalação de qualquer aparelho, ou mesmo manutenção, desligue a chave disjuntora correspondente ao circuito.
3º - Instalação elétrica também se desgasta. A sua manutenção é imprescindivel. Revise-a, mas sempre com os circuitos desligados.

52. Recomendações sobre como proceder na manutenção preventiva das instalações elétricas:
1º - de 2 em 2 anos, reapertar todas as conexões das chaves disjuntoras, tomadas, interruptores e pontos de luz;
2º - eliminar pontos de fios que apresentem superaquecimento;
3º - substituir chaves disjuntoras com problemas para religação;
4º - revisar o estado de isolamento das emendas dos fios;
5º - substituir as peças que apresentarem desgaste nos contactos elétricos;
6º - reapertar as conexões elétricas dos chuveiros, duas vezes por ano;
7º - examinar o aterramento, se houver.

53. Anualmente, limpe os reservatórios de água – superior e/ou inferior, que existirem em sua moradia.

54. Caixas de gordura, caixas sifonadas do quarto de banho, cozinha e área de serviço devem ser limpas, no mínimo, a cada seis meses.

55. Nunca utilizar ferramentas cortantes ou pontiagudas para asseiar as caixas.

56. Os coletores de águas pluviais, também, devem ser limpos a cada seis meses.

57. As calhas e condutores pluviais devem ser constantemente vistoriados e asseiados, a fim de evitar a surpresa do transbordamento.

58. Nunca lançar nos vasos sanitários objetos tais como absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos.

59. As louças sanitárias devem ser limpas com pano úmido ou esponja e produto químico neutro.

60. Nunca utilizar louça sanitária que apresentar rachaduras.
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